Praias de águas cristalinas, hotelaria diversificada, gastronomia e entretenimento fazem do destino uma opção completa para aproveitar o período entre o Natal e o Ano-Novo
Na capital das Bahamas, os últimos dias de dezembro combinam praias de areia branca, águas transparentes, gastronomia típica, história e entretenimento com uma das manifestações culturais mais importantes do país: o Junkanoo. Realizados nas primeiras horas de 26 de dezembro e de 1º de janeiro, os desfiles reúnem trajes monumentais confeccionados artesanalmente com materiais simples, como papelão, papel colorido, penas e contas.
Ao som de tambores goombay, sinos, apitos e instrumentos de sopro, grupos apresentam performances preparadas ao longo de meses. O resultado é uma celebração coletiva que aproxima moradores e visitantes durante duas datas que são centrais no calendário cultural bahamense. Documentado nas Bahamas há mais de 200 anos, o Junkanoo teve origem entre africanos escravizados, que utilizavam os dias de folga concedidos no Natal para recriar os festivais de seus locais de origem, preservar tradições e reafirmar sua herança. Ao longo dos séculos, essa expressão se consolidou como o festival cultural nacional do país e um símbolo da identidade bahamense.
“O Junkanoo vai além de um desfile e de uma competição. Ele fala da força, da resistência e da resiliência do povo das Bahamas”, afirma Arlene Nash Ferguson, cofundadora e diretora da Educulture Bahamas. Referência na preservação dessa tradição, Arlene participa dos desfiles desde os quatro anos de idade e integrou por 24 anos o Comitê Nacional do Junkanoo. A casa onde ela passou a infância, no centro de Nassau, hoje é sede do Educulture Junkanoo Museum and Resource Centre.
Dedicado à história e à evolução do Junkanoo, o museu reúne trajes, artefatos e experiências interativas que aproximam o visitante dos símbolos e elementos criativos da celebração. A visita mostra como materiais simples se transformam em obras de arte para os desfiles e permite conhecer a manifestação cultural ao longo de todo o ano. O espaço também oferece programas educativos voltados a crianças, com o objetivo de fortalecer e perpetuar a tradição entre as gerações mais jovens.
A celebração é o ponto de partida mais autêntico para descobrir um outro lado do destino famoso pelas águas em tons de turquesa e praias de areia branca. Enquanto as noites de 26 de dezembro e 1º de janeiro reforçam o ritmo das ruas, os demais dias convidam a explorar a atmosfera ensolarada e descontraída de Nassau & Paradise Island em opções que agradam viajantes de diferentes idades, interesses e ritmos de viagem.
A hotelaria acompanha essa diversidade. Há acomodações em estilo residencial, convenientes para estadas mais longas, além de hotéis-boutique, propriedades all-inclusive e resorts de luxo à beira-mar. Grandes complexos como Atlantis Paradise Island e Baha Mar concentram praias, piscinas, parques aquáticos, restaurantes, lojas, entretenimento e cassinos, facilitando a combinação entre descanso e diversão.
Fora dos resorts, Nassau se revela nas fachadas coloridas, nos mercados, nos sabores e no movimento das ruas. Passeios pelo centro histórico levam a fortes, museus e construções que ajudam a contar uma trajetória marcada por influências africanas, britânicas e espanholas. Música, artesanato e culinária completam esse retrato da herança cultural local.
A gastronomia transita entre restaurantes comandados por chefs reconhecidos e receitas tradicionais das Bahamas. Entre as especialidades locais estão a conch salad e os conch fritters, preparados com um molusco típico do país, além de peixes e frutos do mar frescos. Reduto dos locais, a Arawak Cay, região conhecida como Fish Fry, se destaca pela oferta de culinária típica em um ambiente informal e animado no centro de Nassau.
O acesso a partir da América Latina também favorece a viagem. Nassau & Paradise Island podem ser alcançadas por conexões via Panamá, sem necessidade de visto, enquanto viajantes com visto válido para os Estados Unidos têm a alternativa de voar via Flórida até o Aeroporto Internacional Lynden Pindling.
Mais do que integrar o roteiro, o Junkanoo oferece uma perspectiva sobre a história e a identidade das Bahamas. Para quem visita Nassau & Paradise Island no fim do ano, os desfiles de 26 de dezembro e 1º de janeiro podem ser somados a dias de praia, passeios históricos e experiências gastronômicas. O resultado é uma viagem que combina férias à beira-mar com uma experiência cultural única, preservada há mais de dois séculos.
Sobre Nassau & Paradise Island
Nassau & Paradise Island, nas Bahamas, combinam belíssimas praias de areia branca e águas em tons de turquesa a uma ampla oferta de atividades de lazer, espaços para eventos reconhecidos internacionalmente e uma variedade de hotéis boutique e resorts que atende a diferentes perfis. O acesso para os viajantes latino-americanos é simples e sem necessidade de visto. O Aeroporto Internacional Lynden Pindling, em Nassau, está conectado à malha do Aeroporto Internacional de Tocumen, no Panamá. Quem possui visto válido para os Estados Unidos pode embarcar em conexões via Flórida, localizada a menos de uma hora de voo de Nassau.
Capital e principal porta de entrada para as Bahamas, Nassau figura entre os poucos destinos do Caribe a oferecer pré-inspeção de Alfândega e Imigração dos Estados Unidos (U.S. Customs and Border Protection). Com isso, os viajantes realizam os procedimentos de imigração e alfândega ainda no Aeroporto Internacional Lynden Pindling, antes do embarque para os EUA, chegando ao destino final em território norte-americano como passageiros de um voo doméstico. O TSA PreCheck também está disponível e oferece aos viajantes inscritos no programa um processo de triagem de segurança mais ágil antes do embarque. Saiba mais NassauParadiseIsland.com.
Camila Lucchesi | Imaginadora