Violinista da OSPA e com trajetória consolidada em eventos, músico gaúcho reúne banda para apresentar show inédito em Porto Alegre
O violinista Bruno Esperon assume o protagonismo da própria trajetória artística, depois de 16 anos dedicados à música em casamentos, formaturas e outros eventos privados, em diferentes cidades do Sul do Brasil. Agora, leva ao palco um projeto que reúne sua experiência, suas referências musicais e uma banda formada por músicos com quem compartilha essa nova fase. No dia 18 de novembro, às 20h, no Salão de Atos da PUCRS, em Porto Alegre, apresenta 'Bruno Esperon - O Show', espetáculo que atravessa estilos e gerações, passando por Vivaldi, Rolling Stones, Queen, ABBA, Michael Jackson, Guns N' Roses e Coldplay, entre outros clássicos.
No palco, Esperon estará acompanhado de Marquinhos Fê (bateria), Michel Dorfman (piano), Panda (guitarra) e André Mendonça (contrabaixo), com participação especial de Ricardo Comassetto. Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos na plataforma tktr.com.br (detalhes no 'Serviço').
A apresentação marca uma mudança importante na carreira do músico. Durante 16 anos, seu trabalho esteve ligado a momentos marcantes da vida de outras pessoas, reinterpretando canções escolhidas para celebrações. Agora, a seleção musical parte de suas próprias referências e memórias.
'Ao longo desse período, em eventos, sempre realizei o sonho das pessoas, reinterpretei músicas que fazem e fizeram parte da vida dessas pessoas. Assumindo o protagonismo do meu próprio show, consigo interpretar as músicas que fizeram e fazem parte da minha vida, da minha infância. São músicas que me fazem tocar com a alma, com sorriso no rosto. São músicas verdadeiras dentro de mim', afirma Bruno.
Natural de Santa Rosa, no Noroeste do Rio Grande do Sul, o violinista cresceu ouvindo referências diversas. A música regional fazia parte do cotidiano, enquanto o rock e o pop internacional chegavam pela televisão e pelos registros de shows que, naquela época, dificilmente poderiam ser vistos presencialmente.
'Em Santa Rosa, se ouvia de tudo. Gilberto Monteiro é a clássica música que se ouve no interior do Estado, música regional, nativista. As bandas internacionais sempre existiram por meio da televisão, nos shows que assistíamos e que eram impossíveis de serem vistos ao vivo naquela época, ainda mais morando no Interior', conta.
Um violino para além da música clássica
A diversidade do repertório também está relacionada à maneira como Bruno compreende o próprio instrumento. Associado tradicionalmente à música clássica e às salas de concerto, o violino aparece no espetáculo em diálogo com diferentes gêneros e gerações.
Para o músico, o espetáculo também é uma oportunidade de ampliar a percepção do público sobre as possibilidades do violino. 'Acredito que a maior barreira a ser rompida nesse momento é exatamente essa: o pensamento do público de que o violino toca apenas música clássica, música de concerto. São belíssimas, evidente, mas o instrumento é infinitamente mais democrático do que se imagina. É possível tocar tudo, absolutamente tudo, com o instrumento e nesse show eu trago isso.'
A proposta é construir uma experiência que alterne diferentes estados de espírito. O repertório foi pensado para provocar tanto a escuta quanto a participação do público, passando por momentos de emoção, celebração e descontração.
'Tem música para arrepiar, para aplaudir, para se emocionar e até para dançar. Acho que isso traduz bem quem eu sou: uma pessoa intensa, que vive a música de verdade, mas que também gosta de rir, brincar e fazer os outros sorrirem', define.
Um sonho que ganha público
A estreia também representa a realização de um projeto que Bruno carrega há anos: estar no palco com uma banda, tocando um repertório com o qual se identifica e compartilhando essa experiência com o público. 'Ao longo da vida eu sempre fechei os olhos e me imaginei em um palco com a minha banda, tocando o que eu tenho como verdadeiro em mim e com a plateia lá, aplaudindo, sorrindo, se emocionando. A música que quero levar é para ser sentida, é para ser vivida', afirma.
A apresentação marca, segundo o músico, o início de uma nova etapa. 'Ver as pessoas felizes é minha maior recompensa e tem uma frase que gosto muito: 'Viver é diferente de estar vivo'. O que acontecerá no dia 18 de novembro é só o começo da realização da minha missão aqui. Eu nasci pra isso.'
Música que gera movimento
A realização de um espetáculo envolve uma rede de profissionais que vai além do artista que ocupa o palco. Músicos, técnicos, produtores, equipes de palco e outros trabalhadores participam da construção de cada apresentação, ampliando o impacto da atividade cultural.
Para Bruno, essa dimensão está presente tanto no mercado de eventos privados quanto nas apresentações abertas ao público. 'O mercado conecta uma cadeia imensa de profissionais. É um mundo à parte do trabalho habitual das pessoas e a grande diferença que vejo é que a nossa atividade proporciona alegria ao público.'
Com cerca de 1h30min de duração, 'Bruno Esperon - O Show' combina violino, banda e um repertório que reúne referências que vão da música clássica ao rock, passando pelo pop e pela música regional. A proposta é levar ao palco as referências que formaram o músico e estabelecer uma relação direta com a plateia, entre canções conhecidas, momentos de emoção e espaço para celebrar a música.
Sobre Bruno Esperon
Bruno Esperon é violinista, graduado pela UFRGS em 2014 e integrante da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) desde 2017. Atua no mercado de eventos privados desde 2010 e já dividiu o palco com artistas como Steve Vai, Bruce Dickinson, Gusttavo Lima, Luiz Melodia, Frejat, Rogério Flausino, Andreas Kisser e Yamandu Costa, além de integrar importantes formações orquestrais do Rio Grande do Sul. Com atuação em diferentes estados brasileiros e em países como Argentina, Paraguai e Uruguai, participou de grandes palcos e eventos, entre eles o Planeta Atlântida, Rock in Rio e o casamento de Whindersson Nunes, consolidando uma trajetória marcada pela versatilidade e pela circulação nacional e internacional.
FICHA TÉCNICA:
Idealizadores: Paloma Müller e Bruno Esperon
Violinista: Bruno Esperon
Banda: Marquinhos Fê (bateria), Michel Dorfman (piano), Panda (guitarra), André Mendonça (contrabaixo)
Participação especial: Ricardo Comassetto
Sonorização: Rodrigo Gutner
Técnico de PA: Wilasko
Fotografia: Gabriel Ferreira Foto, Tati Schwanck Foto
Assessoria de Imprensa: Silvia Abreu
Marketing Digital: Camila Trein, Maicon Pilotto
Redes e tráfego: Fabiano Basso
Filmagem: Eurico Souza e Marcone Lopes
Estúdio de gravação: Pablo Schinke
Ingressos à venda na plataforma tktr.com.br.
Foto Crédito: Camila Trein
Assessoria Silvia Abreu