De gole em gole, de gol em gol: a torcida da final já tem harmonização

A poucos dias da decisão, tudo indica um duelo entre Argentina e França pela taça mais cobiçada do esporte — e a World Wine já escolheu, taça a taça, como brindar a cada lado até o apito final.



Faltam poucos dias para o mundo inteiro sentar em frente à tela para a decisão da Copa do Mundo. No domingo, dia 19, tudo aponta para um confronto entre Argentina e França pela taça mais cobiçada do esporte — dois times que, cada um à sua maneira, representam o que o futebol tem de mais extremo e mais coletivo. A harmonização, a World Wine já resolveu: seis rótulos, três para cada lado, escolhidos para acompanhar a torcida de gole em gole, de gol em gol, até o apito final.


SE A ARGENTINA LEVANTAR A TAÇA: GENIALIDADE TAMBÉM TEM EXTREMO

Não existe meio-termo para quem já viu Messi jogar. O que ele faz em campo — a curva que não deveria existir, o passe que ninguém mais enxergou, o gol nascido do nada — é genialidade levada ao extremo, do tipo que só nasce nas margens do possível. A World Wine foi buscar, exatamente nessas margens, três vinhos que contam essa história sob três formas diferentes de extremo.



O próprio nome já entrega o recado: “Rugientes” remete aos Roaring Forties, os ventos que varrem os paralelos mais ao sul do planeta. Em Chubut, na fronteira do que se considera viável para viticultura, a 45º de latitude sul, o Pinot Noir amadurece devagar, sob um frio que intimida qualquer casta menos teimosa. O resultado é um tinto de elegância tensa — do tipo que não perdoa erro, mas também não erra.



Considerado o terroir mais nobre do Vale de Uco, a mais de 1.450 metros de altitude, Gualtallary é onde o Malbec deixa de ser resposta fácil e vira assinatura: solo pedregoso, amplitude térmica brutal entre o dia e a noite, um vinho de camadas que se revelam aos poucos — como o próprio jogo de Messi, que raramente entrega tudo de uma vez.



Os vinhedos de Salta estão entre os mais altos do mundo, e a Criolla é a casta que testemunhou essa história desde o início: trazida ainda no século XVI, é uma das raízes mais antigas da vitivinicultura argentina. No copo, é leve, fresca, quase despretensiosa — até lembrar que carrega quinhentos anos de resistência. Tem mais Argentina nisso do que em qualquer rótulo badalado.



Torcer pela Argentina é torcer pelo extremo — de latitude, de altitude, de história. E o extremo, no copo como em campo, faz o improvável parecer método.


SE A FRANÇA LEVANTAR A TAÇA: UM TIME, MUITOS MUNDOS, O MESMO BRINDE

O que torna a seleção francesa imbatível não é um estilo — é a soma de muitos. Jogadores nascidos em Paris e em Bamako, criados na Bretanha e em Argel, formados em escolas que falam a mesma língua com sotaques do mundo inteiro. A força francesa está exatamente aí: diversidade que vira sintonia, contraste que vira coletivo. A World Wine tem o catálogo para acompanhar essa complexidade taça a taça — somos a maior importadora de vinhos franceses do Brasil — e escolheu três rótulos que atravessam o país de norte a sul.




Poucas casas de Champagne carregam um nome tão simbolicamente francês quanto este: a Drappier, sediada em Urville, tinha o próprio General de Gaulle como cliente e vizinho — a cuvée é um tributo direto a ele. Abrir essa garrafa é brindar não só a um time, mas a uma ideia de França: tradição, grandeza e um toque de teatralidade que nunca soa exagero.




Domaine Laurent é um dos nomes mais respeitados — e mais discutidos — da Borgonha contemporânea, um négociant que trata cada parcela como um capítulo à parte. “MCMXXVI” é 1926 em algarismos romanos, o ano que a casa toma como referência: tradição centenária, sem nenhuma pressa de se explicar.





Le Puy é uma das propriedades mais antigas de Bordeaux, na mesma família há mais de quatro séculos, e uma pioneira da agricultura biodinâmica na região — décadas antes de isso virar tendência. Emilien é vinho de conversa longa: pede tempo, mas devolve em complexidade tudo o que exige de paciência. Uma boa lembrança de que o talento que dura é sempre o mais bem cultivado.
Ver o vinho na World Wine ?

Torcer pela França, copo em punho, é torcer por essa diversidade toda ao mesmo tempo — de Champagne a Bordeaux, passando pela Borgonha, um roteiro tão rico quanto o elenco que pode levantar a taça no dia 19.


SEJA QUAL FOR O RESULTADO, NINGUÉM ASSISTE DE MÃOS VAZIAS

Não interessa quem sair com a taça no dia 19: o que interessa é que ninguém vai acompanhar a decisão sem uma taça por perto. A World Wine convida você a torcer pelo seu time do jeito que só o torcedor brasileiro sabe fazer — com identidade, com humor e com um copo sempre à mão. De gole em gole, de gol em gol, é a torcida que esquenta e o paladar que se apura.


Que vença o melhor time. Que se brinde com o vinho certo. E que a Taça — essa, com maiúscula — role até onde, no fundo, todo torcedor brasileiro secretamente também torce para ela ir parar.

A World Wine, fundada em 1999, é o braço de vinhos premium e de luxo do Grupo La Pastina. Com portfólio de mais de 450 produtores e cerca de 270 marcas exclusivas de 17 países, destaca-se como uma das principais importadoras de vinhos franceses premium no Brasil. Conta com 20 lojas próprias e cobertura nacional via representantes e e-commerce. Sua operação inclui centro de distribuição climatizado com padrão internacional. Atua como referência em curadoria, formação de mercado e cultura do vinho no país.






LPB Assessoria